Jejum Intermitente

O jejum intermitente vem ganhando popularidade entre as pessoas que querem perder mais
quilos e manter um peso saudável. Pesquisadores argumentam que esse tipo de dieta também
pode retardar o envelhecimento e a doença. Mas, será que tudo isso é verdade?
No jejum intermitente, o que essencialmente ocorre no corpo é que uma fonte de energia –
que pode facilitar o acúmulo de gordura corporal – é trocada por outra. Nossos corpos
trabalham com glicose (ou açúcar simples) como fonte principal de energia, mas quando
jejuamos por um longo período de tempo, essa fonte de energia fica indisponível. Nosso
sistema precisa identificar um tipo diferente de “combustível”. É quando o corpo começa a
converter certos tipos de gordura corporal nos chamados ácidos graxos, que são facilmente
absorvidos pelo sangue. Esses ácidos graxos, por sua vez, produzem moléculas chamadas
cetonas, que o corpo usa como sua nova fonte de energia.
Seria como fazer uma ” troca metabólica” e que pode ​​acontecer depois de um certo período
de tempo em jejum. Essa troca geralmente começa a ocorrer após 8 a 12 horas de jejum,
embora, no caso de indivíduos que praticam jejum intermitente, as estratégias variem. Uma
das estratégias é jejuar por um número de horas por dia – por exemplo, 16 horas –
enquanto se permite comer qualquer coisa que deseje nas horas restantes. Para o segundo
tipo de jejum intermitente, opta-se por alternar dias de jejum total, com dias sem nenhuma
restrição. Nesse caso, podem simplesmente alternar dias de alimentação frugal, por exemplo,
comendo o equivalente a apenas 500 calorias e outros dias sem regras ou festivos (o quê
particularmente não vejo sentido).
Estudos recentes revelaram que qualquer um desses tipos está associado a perda de peso
significativa. O mais interessante é que os participantes perderam gordura corporal, enquanto
nenhuma quantidade significativa de tecido magro – que inclui tecido de órgãos, tecido
muscular e tecido ósseo – foi perdida.

Além disso, estudos sobre o efeito da mudança da energia induzida pela glicose para energia
conduzida por cetona em ratos e outros animais sugerem que o jejum intermitente também
pode ter outros benefícios para a saúde. Os pesquisadores dizem que isso pode ajudar a
prolongar a vida útil, melhorar o funcionamento dos processos metabólicos, proteger a função
cognitiva, melhorar o desempenho físico, reduzir inflamações e ser um escudo contra doenças
do coração.

É claro que isso não deve ser aplicado para todos e, em alguns casos, isso pode até te fazer
mal. Costumo dizer que não existe uma dieta ideal, mas sim a dieta ideal para o seu
organismo. É assim que trabalho.

Saúde a Todos!

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